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	<title>Arquivo de Pandemias - Bem-Estar Union</title>
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	<title>Arquivo de Pandemias - Bem-Estar Union</title>
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		<title>O Que é Mpox?</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 11:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Mpox]]></category>
		<category><![CDATA[Nóticias Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral rara, mas preocupante, que tem atraído atenção mundial por seu potencial de disseminação e severidade. Causada pelo vírus mpox, pertencente à mesma família do vírus da varíola, a doença foi primeiramente identificada em primatas, mas pode infectar humanos. Embora não seja uma ameaça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral rara, mas preocupante, que tem atraído atenção mundial por seu potencial de disseminação e severidade. </p>



<p>Causada pelo vírus mpox, pertencente à mesma família do vírus da varíola, a doença foi primeiramente identificada em primatas, mas pode infectar humanos. </p>



<p>Embora não seja uma ameaça nova, o aumento dos casos em diferentes regiões gerou a necessidade de maior conscientização e medidas de controle.</p>



<p>A seguir, exploraremos em detalhes o que é a mpox, seus sintomas, transmissão e as melhores formas de prevenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Vírus Mpox: História e Origem</strong></h2>



<p>O vírus mpox foi descoberto pela primeira vez em 1958, quando surtos da doença ocorreram em colônias de macacos usadas para pesquisas. Daí a nomenclatura inicial &#8220;varíola dos macacos&#8221;. </p>



<p>Contudo, a primeira infecção humana foi relatada em 1970, na República Democrática do Congo, durante um período de grande esforço global para erradicar a varíola.</p>



<p>Desde então, casos esporádicos de mpox em humanos foram registrados principalmente em áreas florestais da África Central e Ocidental, onde o contato com animais selvagens é mais frequente. </p>



<p>Embora o reservatório natural do vírus seja desconhecido, suspeita-se que pequenos mamíferos, como roedores, desempenhem um papel importante na transmissão.</p>



<p>Nos últimos anos, surtos fora da África despertaram preocupações internacionais, levando a esforços mais rigorosos para entender e conter a doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a Mpox é Transmitida?</strong></h2>



<p>A mpox é uma doença zoonótica, o que significa que é transmitida de animais para humanos. </p>



<p>A transmissão entre humanos, embora possível, é menos comum e geralmente ocorre por contato próximo e prolongado. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Vamos analisar as principais formas de transmissão do Mpox</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transmissão Animal-Humano</strong></h3>



<p>O contato direto com sangue, fluidos corporais, lesões cutâneas ou mucosas de animais infectados é a principal forma de transmissão. </p>



<p>Consumir carne de caça mal cozida ou manusear animais doentes ou mortos também pode levar à infecção. Roedores, como esquilos e ratos, são considerados potenciais transmissores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transmissão Humano-Humano</strong></h3>



<p>Entre humanos, o vírus mpox pode ser transmitido por meio de gotículas respiratórias durante o contato próximo, ou através de materiais contaminados, como roupas ou lençóis usados por alguém infectado. </p>



<p>O contato direto com lesões ou fluidos corporais também representa uma via de transmissão.</p>



<p>Embora a transmissão sexual não seja a principal forma de contágio, algumas evidências sugerem que o vírus pode ser encontrado nos fluidos genitais, o que levanta preocupações sobre essa forma de disseminação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas da Mpox</strong></h2>



<p>Os sintomas da mpox geralmente aparecem entre 5 a 21 dias após a infecção. A doença pode ser dividida em dois períodos: o período de invasão e o período de erupção cutânea.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Período de Invasão</strong></h3>



<p>O período de invasão dura de 1 a 5 dias e é caracterizado por sintomas semelhantes aos da gripe, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Febre alta</li>



<li>Dor de cabeça intensa</li>



<li>Dores musculares</li>



<li>Dor nas costas</li>



<li>Linfadenopatia (inchaço dos linfonodos)</li>



<li>Calafrios e exaustão</li>
</ul>



<p>A linfadenopatia é um sintoma distintivo da mpox em comparação com outras doenças semelhantes, como a varíola e a catapora.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Período de Erupção Cutânea</strong></h3>



<p>Após o período de invasão, ocorre o aparecimento de erupções cutâneas, geralmente no rosto, que podem se espalhar para outras partes do corpo, como mãos, pés e genitais. </p>



<p>As lesões cutâneas evoluem em estágios, começando como manchas planas (máculas), que se transformam em pápulas, vesículas, pústulas e, finalmente, crostas que caem.</p>



<p>O número de lesões pode variar de poucas a milhares, dependendo da gravidade do caso. As erupções podem causar desconforto significativo, e as crostas que se formam podem deixar cicatrizes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Complicações Possíveis</strong></h3>



<p>Embora a maioria dos casos de mpox seja leve, algumas pessoas podem desenvolver complicações graves, como infecções secundárias da pele, pneumonia, encefalite (inflamação do cérebro) e sepse. </p>



<p>O risco de complicações é maior em crianças pequenas, gestantes e indivíduos imunocomprometidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Diagnóstico da Mpox</strong></h2>



<p>O diagnóstico da mpox é feito com base nos sintomas clínicos, histórico de exposição a animais ou pessoas infectadas, e por meio de testes laboratoriais. </p>



<p>Amostras de lesões cutâneas, fluidos corporais ou secreções respiratórias podem ser testadas em laboratórios especializados para confirmar a presença do vírus.</p>



<p>É importante que os profissionais de saúde estejam cientes dos sinais da doença e que testes rápidos sejam realizados, especialmente em áreas onde surtos estejam ocorrendo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento e Cuidados</strong></h2>



<p>Atualmente, não existe um tratamento específico para a mpox. O manejo da doença é baseado em cuidados de suporte para aliviar os sintomas e prevenir complicações. </p>



<p>Em alguns casos, o antiviral tecovirimat pode ser recomendado para tratar infecções graves ou para pessoas com risco aumentado de complicações.</p>



<p>Pacientes diagnosticados com mpox devem ser isolados para evitar a transmissão da doença. Os cuidados incluem hidratação adequada, alívio da dor e tratamento de infecções secundárias, se necessário.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção da Mpox</strong></h2>



<p>A prevenção da mpox é baseada em medidas que minimizem o contato com o vírus. Isso inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Evitar o contato com animais potencialmente infectados</strong>: especialmente roedores e primatas, em regiões onde a mpox é endêmica.</li>



<li><strong>Cozinhar bem carnes de caça</strong>: garantir que a carne esteja bem cozida para evitar contaminação.</li>



<li><strong>Higiene rigorosa</strong>: lavar as mãos com frequência e evitar o compartilhamento de objetos pessoais.</li>



<li><strong>Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)</strong>: para profissionais de saúde que lidam com casos suspeitos ou confirmados da doença.</li>
</ul>



<p>Além disso, a vacinação contra a varíola pode oferecer alguma proteção cruzada contra a mpox, uma vez que os vírus pertencem à mesma família. </p>



<p>Algumas autoridades de saúde estão considerando a reintrodução da vacina em áreas onde surtos de mpox são comuns.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Impacto Global da Mpox</strong></h2>



<p>O ressurgimento da mpox em várias partes do mundo, especialmente fora da África, onde a doença era anteriormente confinada, levantou questões sobre a vigilância de doenças zoonóticas. </p>



<p>A globalização, mudanças climáticas e o aumento do contato humano com habitats de animais selvagens podem estar contribuindo para o aumento de surtos.</p>



<p>A pandemia de COVID-19 também destacou a importância de uma resposta rápida e coordenada a novas ameaças à saúde pública. </p>



<p>A conscientização sobre a mpox e a implementação de medidas preventivas são essenciais para evitar novos surtos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Quais são os principais sintomas da varíola?</h2>



<p>Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, calafrios, cansaço, dor muscular, inchaço dos gânglios linfáticos e lesões na pele que podem se assemelhar a espinhas ou bolhas<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mpox-veja-12-perguntas-e-respostas-sobre-a-doenca/"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.saude.mg.gov.br/mpox/perguntaserespostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Como o Mpox é transmitido?</h2>



<p>A transmissão ocorre principalmente através do contato próximo com pessoas infectadas ou materiais contaminados, como roupas ou lençóis<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mpox-veja-12-perguntas-e-respostas-sobre-a-doenca/"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. A Mpox pode ser fatal?</h2>



<p>Embora a maioria dos casos seja leve e os sintomas desapareçam em algumas semanas, complicações graves podem ocorrer, especialmente em recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão, com taxas de mortalidade variando entre 0,1% e 10%<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-08/mpox-conheca-sintomas-e-tire-principais-duvidas-sobre-doenca"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Quais são as complicações graves do Mpox?</h2>



<p>As complicações podem incluir infecções bacterianas secundárias, pneumonia, encefalite, miocardite e problemas oculares que podem levar à perda de visão<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-08/mpox-conheca-sintomas-e-tire-principais-duvidas-sobre-doenca"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Existe risco de pandemia de Mpox?</h2>



<p>Sim, especialistas alertam que o Mpox pode se espalhar globalmente devido à mobilidade das pessoas, especialmente com a circulação de variantes mais transmissíveis<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mpox-veja-12-perguntas-e-respostas-sobre-a-doenca/"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.saude.mg.gov.br/mpox/perguntaserespostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. Como é feito o diagnóstico do Mpox?</h2>



<p>O diagnóstico é realizado por meio de testes laboratoriais, como testes moleculares ou sequenciamento genético, com amostras coletadas preferencialmente de lesões<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.saude.mg.gov.br/mpox/perguntaserespostas"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. Qual é o tratamento recomendado para Mpox?</h2>



<p>O tratamento é sintomático e pode incluir antivirais em casos graves. É importante isolar o paciente e monitorar as consequências<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-08/mpox-conheca-sintomas-e-tire-principais-duvidas-sobre-doenca"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.saude.mg.gov.br/mpox/perguntaserespostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8. Quais são os tratamentos disponíveis para Mpox?</h2>



<p>Atualmente, não existe um tratamento específico aprovado exclusivamente para Mpox. </p>



<p>O manejo da doença é principalmente sintomático, focando no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. </p>



<p>Em casos mais graves, podem ser utilizados antivirais, como o tecovirimat, que foi desenvolvido para tratar infecções por outros vírus do gênero <em>orthopoxvirus</em> . </p>



<p>Além disso, cuidados de suporte, como hidratação e controle da dor, são fundamentais durante uma recuperação.</p>



<p>É importante que os pacientes infectados permaneçam em isolamento até que sejam completamente recuperados para evitar a transmissão do vírus.</p>



<h2 class="wp-block-heading">9. A Mpox pode ser transmitida de mãe para filho?</h2>



<p>Sim, o vírus pode ser transmitido durante a gestação, no parto ou pelo contato pele a pele após o nascimento<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.paho.org/pt/mpox-variola-dos-macacos-perguntas-e-respostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10. Quais grupos são mais vulneráveis ​​ao Mpox?</h2>



<p>Crianças, gestantes e pessoas com sistema imunológico comprometido são mais suscetíveis a desenvolver formas graves da doença<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.paho.org/pt/mpox-variola-dos-macacos-perguntas-e-respostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">11. O Mpox pode ser transmitido por animais?</h2>



<p>Embora o nome sugira uma ligação com macacos, a transmissão de animais para humanos é rara e geralmente ocorre em áreas endêmicas<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/perguntas-e-respostas-sobre-monkeypox/"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">12. Quais medidas de prevenção podem ser adotadas?</h2>



<p>Evitar contato próximo com pessoas infectadas, lavar as mãos regularmente e desinfetar superfícies são medidas recomendadas<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mpox-veja-12-perguntas-e-respostas-sobre-a-doenca/"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">13. Como o Mpox se compara à varíola?</h2>



<p>Ambas as doenças são causadas pelo vírus do gênero&nbsp;<em>orthopoxvirus</em>&nbsp;, mas o Mpox é geralmente menos grave e autolimitado<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.itps.org.br/comunicacao/50-perguntas-e-respostas-sobre-monkeypox-a-mpox"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mpox-veja-12-perguntas-e-respostas-sobre-a-doenca/"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">14. Quais são os sinais de alerta para buscar atendimento médico?</h2>



<p>Febre súbita, aparecimento de gânglios linfáticos e lesões na pele são sinais que requerem avaliação médica imediata<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.saude.mg.gov.br/mpox/perguntaserespostas"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">15. A vacina contra a varíola protege contra a Mpox?</h2>



<p>Sim, uma vacina contra a varíola pode oferecer alguma proteção contra a Mpox, mas a eficácia pode variar<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.itps.org.br/comunicacao/50-perguntas-e-respostas-sobre-monkeypox-a-mpox"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.paho.org/pt/mpox-variola-dos-macacos-perguntas-e-respostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">16. Qual é a taxa de transmissão da Mpox?</h2>



<p>A taxa de transmissão pode variar, mas é considerada alta em situações de contato próximo, especialmente em ambientes fechados<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mpox-veja-12-perguntas-e-respostas-sobre-a-doenca/"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.saude.mg.gov.br/mpox/perguntaserespostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">17. Quais são os cuidados para serem tomados em casa se alguém estiver infectado?</h2>



<p>Isolamento do paciente, uso de máscaras, infecção de objetos e superfícies são essenciais para prevenir a propagação<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.paho.org/pt/mpox-variola-dos-macacos-perguntas-e-respostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">18. Como a OMS está lidando com a situação da Mpox?</h2>



<p>A OMS declarou o Mpox como uma emergência de saúde pública, monitorando surtos e promovendo campanhas de conscientização<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-08/mpox-conheca-sintomas-e-tire-principais-duvidas-sobre-doenca"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mpox-veja-12-perguntas-e-respostas-sobre-a-doenca/"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">19. O que fazer se suspeitar de infecção por Mpox?</h2>



<p>Procure atendimento médico imediatamente, informe sobre contatos recentes e siga as orientações de isolamento e higiene<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/mpox/faq"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.paho.org/pt/mpox-variola-dos-macacos-perguntas-e-respostas"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">20. Quais são os desafios atuais na luta contra a Mpox?</h2>



<p>Os desafios incluem a crescente transmissibilidade de novas variantes e a necessidade de conscientização e acesso a cuidados de saúde adequados<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-08/mpox-conheca-sintomas-e-tire-principais-duvidas-sobre-doenca"></a><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mpox-veja-12-perguntas-e-respostas-sobre-a-doenca/"></a>.Compartilhar</p>



<p>Reescrever</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>A mpox, embora rara, é uma doença que deve ser levada a sério. </p>



<p>Seu potencial de disseminação e complicações graves exige que governos e comunidades de saúde pública fiquem atentos e respondam rapidamente a surtos. </p>



<p>A conscientização, vigilância, diagnóstico precoce e medidas preventivas são as principais armas contra essa doença.</p>



<p>A erradicação da varíola nos mostrou o poder das campanhas globais de saúde, e a experiência adquirida pode ser aplicada para controlar a mpox. </p>



<p>No entanto, é essencial que o mundo permaneça vigilante diante dessa e de outras doenças zoonóticas emergentes.</p>
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